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Os Pândegos
10 e 11 de abril de 2009
Teatro Municipal - Poços de Caldas

12 de abril de 2009
Theatro Municipal São João da Boa Vista

A peça OS PÂNDEGOS surgiu da parceria de duas mentes criativas, apaixonadas pelo riso e pré-dispostas ao ridículo. Dig Dutra e Wagner Trindade são atores profissionais e já fizeram muito drama vida a fora. Mas foi através do humor que descobriram a verdadeira essência do trabalho do ator. Dig e Wagner não só interpretam, mas também criam, escrevem e compõem seus personagens.

O desprendimento, a falta de dignidade com que o cômico se revela, a verdade de seus personagens e a cumplicidade que encontram na platéia são, sem dúvida, fundamentais para o sucesso deste espetáculo.

OS PÂNDEGOS é um verdadeiro show de humor, onde o público vai poder conhecer o lado mais humano e, porque não dizer, mais insano de alguns personagens. Cosme e Damiana, Morte , Valentina, Tia Biju, Das Dores, Paulo César, Suellen e Gabriel Aphonso são personagens muito diferentes, porém, todos muito carentes. E mostram, com muito humor, que assim como existem vários tipos de carência, existem também várias maneiras de lutar contra ela.

HISTÓRICO

Sucesso de crítica e público, OS PÂNDEGOS estreou no dia 30 de junho de 2004 no projeto “Rio, mas também posso chorar”, idealizado pelo ator e diretor Paulo Betti, no Teatro Casa da Gávea, no Rio de Janeiro. Participaram deste projeto humoristas consagrados como: Chico Anysio, Paulo Silvino, Agildo Ribeiro, Berta Loran, Lucio Mauro, entre outros. Começava, então, a brilhante caminhada de OS PÂNDEGOS pelos palcos do Rio de Janeiro: Teatro Arteclara, Casa da Gávea, Casa de Cultura Laura Alvim e Teatro Cândido Mendes. Além das temporadas em teatros, OS PÂNDEGOS mantém uma agenda itinerante com viagens para festivais e apresentações em empresas, escolas, bares e eventos. Marcaram presença no Festival de Teatro de Curitiba, Mercadão Cultural, Varal das Artes, Bar Hideway, Cabaré Era Só o Que Faltava, Jornal O Globo, Petrobrás, Transpetro, Rádio Transamérica, Escola Fraldinhas, Top Kids e Teens, etc.

Desde a sua formação, a dupla OS PÂNDEGOS também se preocupa com ações sociais, oferecendo apresentações junto a entidades beneficentes como: Lions Clube de Curitiba – Mercês, Soroptimista Internacional Curitiba, Igreja Presbiteriana de Copacabana / Creche Lar Presbiteriano e outros.

CRÍTICAS

“Dois atores de altíssimo gabarito. Duas feras: Dig Dutra e Wagner Trindade, Imperdível!”
(Fausto Silva – Programa Domingão do Faustão –Rede Globo – janeiro/06)

“Excesso de humor” (Bárbara Heliodora – Jornal O Globo – julho/05)

“Dig Dutra e Wagner Trindade são excelentes comediantes, além de exibirem forte carisma e estabelecerem imediata empatia com a platéia. E como a direção de Daniel Dias da Silva prioriza, inteligentemente, a capacidade histriônica desta dupla tão simpática, o resultado é encantador.”
(Lionel Fischer – Crítico da Tribuna da Imprensa – julho/05)

“São profissionais da melhor qualidade. Criatividade, humor e muito trabalho. São comediantes. São grandes.”
(Stela Freitas - atriz comediante – junho/04)

“Duas excelentes pedras brutas prontas para entrarem no mercado. Brilho já tem, bonitas já são. Falta apenas o tempo transformá-las no que de melhor o universo possa querer.”
(Duda Ribeiro – ator comediante – junho/04)

“Senti que o projeto “Rio, mas também posso chorar” estava dando certo quando vi a estréia desses dois jovens talentosos! Dig Dutra e Wagner Trindade são maravilhosos! Longa carreira!”
(Paulo Betti – ator e diretor – junho/04)

OS PÂNDEGOS (por Francisco Malta)
A irreverência e o humor são marcas registradas do teatro carioca e tem sido assim ao longo dos anos. Fala-se em crise, cogita-se um afastamento de público, mas a verdade é que quando surge um espetáculo bem feito o público sempre comparece. Não tem sido diferente nos últimos meses.
OS PÂNDEGOS, sucesso de crítica e público em toda cidade, mostra mais uma vez o gosto carioca pela comédia. Com histórias onde as personagens estão em uma situação limite, o espetáculo apresenta comédia de situações absurdamente humanas e absurdamente insanas. E nada mais humano do que a insanidade. Tecido por esquetes a narrativa vai a um crescente mostrando seus personagens e suas diferentes facetas, claro com muito bom humor.
No palco Dig Dutra e Wagner Trindade se revezam nos esquetes. O texto também foi escrito por eles. Cada personagem é construído sob medida e a total segurança dos atores permite que brinquem com o texto. Outra prova cabal que há tempos não se vê no teatro carioca: ator e texto. Não é preciso um cenário grandiloqüente se o que importa dentro do tablado é a palavra. É o contato com o espectador.
Todas as personagens rendem ao público deliciosos momentos, mas a hipocondríaca “Das Dores” é de fazer cair da poltrona. Somente você assistindo para saber, caro leitor. A interatividade com a platéia rende bons momentos e chegamos até o final da peça com a sensação: pena que acabou.
OS PÂNDEGOS têm todos os méritos dos bons espetáculos de comédias apresentadas no Rio nos últimos anos, visivelmente inspirada nas comédias de situações.
Eu se fosse você não deixava de ver.

OS PERSONAGENS


“Os Siameses” – São gêmeos grudadinhos que foram obrigados pelos pais a formar uma dupla sertaneja. Mas isso não é o pior. Difícil mesmo é a convivência e as trapalhadas que os dois enfrentam para viverem assim, tão juntinhos.

 A Morte” – Esquete em que a própria morte mostra que também tem seu lado humano com dores, prazeres e deboches.

“Valentina” – Uma suicida em potencial, que após 14 tentativas não consegue, de Jeito nenhum, acabar com a própria raça. Calma, Valentina! Quem sabe um dia, quando menos esperar, você não passa dessa pra melhor...

“Paulo César” – É um vendedor diferente. Trabalha para a APARD – Associação de Pais e Amigos de Ricos Decadentes. Está com dificuldade para manter seus luxos. E você? Vai ajudar?

“Tia Biju” – A típica velhinha de Copacabana. Simpática e engraçada dá seu jeito de aproveitar a vida com as armas do cotidiano. Esclerosada? Imagina! Ela nem lembra o que é isso!

“Das Dores” – Esta hipocondríaca convicta não dispensa nada: o comprimido, a cápsula, o xarope, o emplasto, o em gotas, o tarja preta! E olha que, se bobear, ela ainda os receita pra você!
“Suellen” – É uma criança encantadora que conquista a platéia com seu jeitinho psicopata de ser. Suellen tem um modo especial de amar os irmãos, os bichinhos até o avô. Ingênua ou travessa? Quem poderá saber? Na dúvida, melhor mandar pra casa da tia... “Gabriel Aphonso” – Coisa mais fofa e meiga. Gosta de desenhar e sabe rezar pro Papai do Céu. Dá até vontade de morder! Mas cuidado, senão ele e chora...


Maiores informações:

 - Sobre Dig Dutra

 - Sobre Wagner Trindade

 - http://www.youtube.com/watch?v=uc9Ki43mhTw

 - Galeria de Fotos

 - Ingressos
 

Apoio Cultural:

 

 

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