FELIPE ANDREOLI no espetáculo
“QUE HISTÓRIA É ESSA?” - STAND UP
COMEDY
03 de Fevereiro, às
20:30 h
Teatro Municipal Benigno Gaiga - Poços de Caldas

O artista Felipe Andreoli, que faz parte
do elenco do programa humorístico CQC da Band ao lado de Marcelo
Tas, Marco Luque, Rafael Cortez, Oscar Filho, Mônica Iozi e Maurício
Meirelles faz turnê por todo o país e chega à região para apresentar
seu espetáculo - STAND UP COMEDY.
O formato Stand Up Comedy é a nova
tendência quando o assunto é humor. "O humorista de STAND-UP COMEDY
não conta piadas convencionais, mas trabalha com material próprio,
com textos originais construídos a partir de observações do
cotidiano".
"QUE HISTÓRIA É ESSA?"
Não é um stand-up, é um pedaço da minha vida. É assim que Felipe
Andreoli define seu show - Que história é essa?
No espetáculo ele conta suas aventuras profissionais, fatos
marcantes de sua infância e adolescência, tudo com o humor e leveza.
Além disso o público é convidado para uma viagem ao redor do mundo
com as fotos registradas por Felipe em suas viagens pelo planeta.
Felipe Andreoli sempre foi um apaixonado por televisão. Seu primeiro
trabalho, aos 19 anos, já trouxe um desafio na frente das câmeras:
fazer um bate-papo descontraído com jovens evangélicos. Ele tirou de
letra. Dos Bispos aos jovens, todos gostavam do quadro Se liga
jovem! Sucesso no programa Em Busca do Amor.
Felipe seguiu trilhando sua carreira televisiva com uma marca: a
irreverência. Fazendo matérias de comportamento alternativas e fora
da mesmice da TV brasileira ele ganhou destaque.
Trabalhou na Record, Cultura e Band, sempre se destacando com suas
reportagens que traziam o outro lado da história. Na TV Cultura foi
vídeo repórter, um dos primeiros do Brasil, e depois passando para
repórter e apresentador na emissora paulista. Contratado pela TV
Bandeirantes fez matérias internacionais de destaque, como a
entrevista com o Mr.Bean ( o ator Rowan Atkinson ), a cobertura do
Miss Universo, e teve grandes conversas com os boleiros do Brasil
espalhados pelo mundo. Após um ano na Band, foi convidado para atuar
no CQC Custe o que Custar onde está desde março de 2008.
Biografia
Numa família cheia de médicos nascia, eu, Luiz Felipe Guimarães
Andreoli, filho da Edy e do Luiz, o único que contrariou os Andreoli
e foi ser jornalista (é tudo culpa dele...). Quando eu vim ao mundo,
tive que vir à força, de fórceps (um instrumento que o obstetra usa
caso o bichinho seja preguiçoso e queira ficar lá no útero), e uma
tia minha que nunca mais me viu depois daquele dia, ao ver aquele
Conehead saindo da barriga de mamãe sentenciou: - Tadinho, nasceu
com problema. Até que ela tinha razão, o formato da cabeça ficou
normal, mas o resto...
Desde pequeno a paixão pelo futebol, pelo esporte. Menino quietinho,
não dava muito trabalho. Tímido, bem tímido, só ficava chato, muito
chato quando tinha uma disputa na parada. Viciado em videogame
virava as noites com meu irmão e primos. Nessas madrugadas criávamos
vídeos amadores que seriam sucesso no youtube, mas eles sempre
eram os atores e mentores das películas, eu me contentava em ser um
bom coadjuvante.
Paixão mesmo era ir à Globo com meu pai, que trabalhou lá na década
de 80. Eu era fã da Simony...rs, e morri de vergonha quando ele me
apresentou aquela "grande" estrela ( na época do Balão Mágico era
mesmo...). Adorava ver meu pai apresentando Globo Esporte, aquela
tensão antes do jornal ir ao ar, as máquina de escrever fazendo
barulho sem parar...já imaginava meu futuro. Não deu outra...
Continuava vivendo dentro das emissoras junto com ele, e na TV
Bandeirantes me lembro das intermináveis 12 horas de show do esporte
- eu adorava, sabia tudo - cheguei a soprar alguns resultado do
brasileirão enquanto ele estava no ar, ao vivo, eu tinha uns 13
anos. Adorava comer comida da Ofélia antes do Esporte Total e ver
tudo o que acontecia nos bastidores de uma grande emissora.
A faculdade veio só para pegar o diploma e seguir em busca daquilo
que eu queria desde os 6 anos, trabalhar na TV. Quando criança o
desejo era ser famoso, hoje é simplesmente fazer o que eu amo.
Comecei cedo, com 19 anos o primeiro emprego na TV Record, como
auxiliar de produção, no programa Em Busca do Amor, que fazia parte
da programação religiosa do canal. Foi uma grande experiência...fiz
de tudo: edição, switcher, produção de externa, legendava clipes
românticos em português...só não apresentava...isso era com o
"Bispo". Mas chegou a primeira experiência neste mesmo programa.
Eles me deram um quadro que se chamava "Se liga jovem", era um bate
papo com adolescentes, e temas como virgindade, ficar,
traição...essas coisas. Eu tinha 19, 20 anos e foi um barato. Depois
eu sai dali para trabalhar na Rede Gospel. Foram 8 meses trabalhando
ao lado do meu pai, Luiz Andreoli e Roberto Thomé, outro grande nome
do jornalismo, especialista em esportes. Ali comecei a viver o que
sonhava. Entrevista com artistas, da bola e do palco e com a
liberdade de fazer matéria diferentes, irreverentes, que sempre
acompanharam minha carreira.
Dali, com 21 anos fui para a TV Cultura. Foram quase 5 anos de
aprendizado e crescimento. Transitei por todas as áreas do
jornalismo, desde o hard-news, passando pela cultura, e claro,
sempre perto do
esporte. Cobrir o dia-a-dia dos clubes, acompanhar finais de
campeonato de perto era uma alegria. Lá também tive o prazer de
apresentar um jornal diário, o Cultura Meio-dia. Foi lá também que
fiz a primeira viagem internacional. O Equador foi o destino. E na
Cultura aprendi uma função que é e ainda vai ser fundamental pra
muitos jornalistas, e que sem dúvida ajudou a formar meu estilo de
reportagem. A videorreportagem (escreve assim mesmo!), um formato do
futuro e para o futuro.
A transferência para a Band foi como uma volta no tempo, 14 anos
depois eu voltava ao mesmo local em que meu pai trabalhou
tanto tempo. Fiquei pouco mais de um ano no esporte da emissora dos
esportes...Cobri o Pan do Rio, fui à Alemanha entrevistar os craques
brasileiros, viajei pelo Brasil, conheci uma monte de estádio,
um monte de gente! Até o Mr. Bean eu conheci...e entreguei a camisa
de um grande clube do Brasil: o Capivariano! Fui ao México e vi de
perto o Miss Universo. Pé-quente,
quase que a brasileira ganhou, ficou em segundo. Foi divertido.
Depois desse ano movimentado fui convidado para fazer o CQC - Custe
o que Custar, onde estou desde março de 2008